Evento contará com feira, apresentações artísticas e premiações
Por Alexandre César | Redação CCSP | Fotos: Carlos de Jesus
29/08/2025
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O Centro Cultural São Paulo (CCSP) será palco do África Friends Mulheres 2025, evento promovido pelo Instituto Azusa, que visa celebrar a integração da cultura brasileira e africana, compremiação internacional de líderes e instituições que contribuem para causas humanitárias. O evento, que será nos dias 05 e 06 de setembro, incluirá feira de produtos, principalmente voltados ao público feminino, assim como apresentações culturais e artísticas, palestras e debates.
Essa é a primeira edição em 10 anos que é voltado para todas as mulheres empreendedoras e que desenvolvem seus produtos voltados às culturas Africana e Brasileira. Teremos premiações de empresários, autoridades, médicos e também políticos que desenvolvem um trabalho humanitário no Brasil e nos Países africanos. O público poderá esperar a vinda de grandes músicos, de expressões típicas africanas, como quartetos de vozes, e de um grande coral de 50 vozes estilo gospel americano. A feira consistirá de produtos voltados para os públicos feminino e masculino, de roupas, cosméticos, e serviços. As palestras e premiações terão como abordagem sobre a África Rica, onde os empresários vão ter acesso sobre como trabalhar com os seus produtos desde o commodities, construções de casas, e outros produtos. As Nações africanas convidadas são: Angola que é esse ano uma grande homenageada, mas também teremos Nigéria, Congo, Togo, Moçambique, Quênia… e teremos pessoas que virão dos Estados Unidos, Washington DC, para participar desse grande evento – informou Sergio Santos de Melo, diretor do Instituto Azusa.
São dezenas de obras espalhadas pelos espaços do CCSP, com seleções de esculturas, pinturas e fotografia, dos seguintes artistas:
Alan Oju, Aline Bagre, André Felipe Cardoso, Dani Shirozono, Desirée Feldmann, Edu Silva, Elton Hipólito, Estêvão Parreiras, Fefa Lins, Flávia Ventura, Gabriela Sacchetto, Gina Dinucci, Jasi Pereira, João Guilherme Parisi, Lucas Almeida, Luiza Sigulem, Marcel Diogo, Mariana Rocha, Mestre Aécio de Zaira, Nita Monteiro, Pedro Neves, Tetê Lian, tetê e Victor Fidelis.

Para os organizadores do evento, as mulheres brasileiras e africanas são as grandes homenageadas deste ano por simbolizarem o continuísmo da dádiva da vida, justamente por pertencerem a um povo que fora escravizado por séculos.
A África Friends edição Mulheres, penso que é um cuidado especial, porque em falando de conflitos, nenhuma mulher na história da humanidade foi tão machucada a quanto a mulher afro e afro-descendente. Então, olhar pela mulher, em linhas gerais, independente que descenda da África, mas descende da Terra, é uma prioridade para nós enquanto espécie. Podemos comparar a mulher com o Globo Terrestre, porque é a mulher quem dá a vida, assim como a Terra dá – analisou Axel Ramos – assessor de comunicação do instituto.
Ainda de acordo com os diretores, o mais importante do evento é criar um clima de amizade e união entre todos os povos.
O África Friends representa uma grande celebração da diversidade, do pertencimento, fazer com que essa comunidade africana se sinta homenageada, valorizada, acolhida no nosso País. Eu acho que o evento possui um punho de empreendedorismo, de network, cultura… mas num grande resumo, nós estamos homenageando esse povo irmão, não é? O próprio nome do projeto nos remete à união dos povos, pois o japonês, ele pode ser um amigo da África, o alemão, ele pode ser um amigo da África, enfim, qualquer ser-humano pode ser amigo da África – finalizou Sandra Romero, assessora de imprensa
do Instituto Azusa.