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  • Domingo, 16h e 18h
  • Sala Circuito Spcine – Paulo Emílio
  • Classificação indicativa: 14 anos
  • Grátis, com retirada de ingressos na bilheteria física do CCSP, 1h antes de cada sessão

O cineclube A CLASSE TRABALHADORA VAI ao CINEMA nasce a partir de uma provocação do crítico Jean-Claude Bernardet: a ausência dos trabalhadores nos filmes brasileiros exercendo suas atividades profissionais. Com esse propósito, o cineclube pretende realizar sessões mensais no Centro Cultural São Paulo em 2026, exibindo obras que abordam a temática do trabalho, o novo chão de fábrica, a uberização desenfreada e os dilemas contemporâneos da classe trabalhadora, sempre acompanhadas de convidados para comentar as sessões e da mediação do pesquisador e curador Wilq Vicente, da MURIÇOCA MULTIMÍDIA.

Programação:

16h00 – PROGRAMA CARDUME CURTAS 1

Samuel foi trabalhar, de Anderson Felipe e Lucas Litrento (Fic, 17’, 2024, AL)

Sinopse: Na véspera de deixar a informalidade e ser contratado, Samuel é assombrado pelo seu instrumento de trabalho: a fantasia de engenheiro.

João Batista, de Rodrigo Meireles (Doc, 23’, 2015, MG)

Sinopse: João Batista é um curta-metragem documental que mostra um dia da suada rotina de um trabalhador brasileiro aparentemente comum.

Ramal, de Higor Gomes (Fic, 16’, 2023, MG)

Sinopse: Jovens se encontram durante à tarde, diminuem a marcha e jogam o corpo para trás.

18h00 – PROGRAMA CARDUME CURTAS 2

CATA, de Lucas Sá (Doc, 25’, 2025, MA)

Sinopse: No Brasil, 70% dos municípios depositam seus resíduos sólidos em lixões. Há cerca de 3 mil lixões no país e mais de um milhão de catadores de materiais recicláveis. A Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê a obrigatoriedade do fim dos lixões.

Sideral, de Carlos Segundo (Fic, 15’, 2021, RN)

Sinopse: Em Natal, Rio Grande do Norte, o primeiro lançamento de um foguete brasileiro está prestes a acontecer. Um casal mora com os dois filhos perto do centro espacial. Ele é mecânico, enquanto ela é faxineira. Porém, a mulher sonha com outros horizontes.