Todas as programações são sem retirada de ingressos, com acesso por ondem de chegada, sujeitas a lotação.
Nesta edição do programa “Monográfica”, da Curadoria de Artes Visuais, o destaque recai sobre a obra de Gejo, artista cuja formação se dá na experiência direta da rua, herdeiro e agente da tradição da arte urbana no Brasil. Sua produção é marcada pela cultura Hip Hop e pela cultura do estêncil no graffiti brasileiro. A exposição organiza-se em cinco segmentos principais — “Pixador”, “Peaples”, “Animais Marginais”, “Motivos Votivos” e “Motivos de Encanto” — que evidenciam recorrências e desdobramentos de sua pesquisa.
A segunda etapa do projeto Arquivo e Permanência acontece em agosto e dá continuidade às discussões sobre a gestão arquivística no Centro Cultural São Paulo, reunindo corpo funcional e público interessado. O encontro propõe um debate sobre gestão documental, preservação digital e memória institucional, com foco na construção de diretrizes, fluxos de trabalho e ações voltadas à preservação dos acervos. A programação aborda os desafios da integração entre sistemas de gestão e preservação, bem como as formas de ampliar o acesso público aos acervos. O objetivo é contribuir para a construção de uma política institucional de memória que oriente as ações de médio e longo prazo do Centro Cultural.
O artista João Cândido da Silva (Campo Belo, MG, 1933) é conhecido principalmente por alguns caminhos abertos ao longo de suas mais de nove décadas de vida e quase seis de produção artística. Nos anos 50 foi co-fundador da escola de samba Unidos do Peruche, uma das mais tradicionais do país e foi artista expositor no período áureo da Praça da República, em meados das décadas de 60 e 70. Sobretudo, é conhecido pelo profundo interesse na cultura popular e suas manifestações, expresso em pinturas de cores vibrantes e traço característico. Em geral, as cenas pintadas por Cândido são criações do artista, imaginadas a partir do seu repertório e vivências em festas populares e no interior de terreiros de umbanda.
A Delegação Regional do CICV para Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai apresenta a exposição fotográfica Retrospectiva Visa d’Or – O Impacto Humanitário dos Conflitos Armados (2011–2025), um evento que reúne o trabalho premiado de fotojornalistas que capturam o impacto dos conflitos armados sobre civis ao redor do mundo. Por meio do olhar dos vencedores do Prêmio Humanitário Visa d’Or, a exposição busca lançar luz sobre as consequências humanitárias de conflitos armados, promovendo o diálogo sobre a urgência de preservar e respeitar o Direito Internacional Humanitário (DIH).
Nesta edição do programa “Monográfica”, da Curadoria de Artes Visuais, o destaque recai sobre a obra de Gejo, artista cuja formação se dá na experiência direta da rua, herdeiro e agente da tradição da arte urbana no Brasil. Sua produção é marcada pela cultura Hip Hop e pela cultura do estêncil no graffiti brasileiro. A exposição organiza-se em cinco segmentos principais — “Pixador”, “Peaples”, “Animais Marginais”, “Motivos Votivos” e “Motivos de Encanto” — que evidenciam recorrências e desdobramentos de sua pesquisa.
O Workshop Ritmos Caribenhos convida o público a conhecer e experimentar algumas das mais tradicionais danças do Caribe, como salsa, cha-cha-cha e merengue. Marcados pela energia, pela musicalidade e pela riqueza de influências africanas e europeias, esses ritmos conquistaram diferentes partes do mundo e seguem como importantes expressões da cultura latino-americana. Necessita inscrição.
A atividade propõe uma experiência de conexão entre corpo, respiração e escuta, tendo como fio condutor os sons do sitar e de outros instrumentos de tradição oriental. Integrando música, yoga e meditação, a vivência convida os participantes a explorar práticas de relaxamento, atenção plena e bem-estar. Inspirada em sonoridades de diferentes culturas orientais, a atividade proporciona um momento de contemplação e equilíbrio. Programação de agosto com as yoguinis: Debora Rosa (6/8), Daniele Santos (13/8), Natalia Solon (20/8) e Brianna Saueia (27/8).
Aulas de dança e shows celebram os ritmos tradicionais do forró. Às 18h, Thamyra Miranda conduz uma vivência que apresenta aspectos culturais e rítmicos do gênero, além de passos e elementos fundamentais para quem deseja aprender ou aperfeiçoar a dança. Às 19h, artistas convidados sobem ao palco com repertórios que percorrem o forró pé de serra, o xote, o baião e o arrasta-pé.