Pulp Fiction: Tempo de Violência
de Quentin Tarantino Classificação indicativa: 18 anos Recursos de acessibilidade: Libras e Audiodescrição
Todas as programações são sem retirada de ingressos, com acesso por ondem de chegada, sujeitas a lotação.
de Quentin Tarantino Classificação indicativa: 18 anos Recursos de acessibilidade: Libras e Audiodescrição
Inocência convida o público a percorrer uma cidade que já não existe por meio da jornada de uma menina que revisita memórias, crenças e costumes. Situada entre o real e o imaginário, a narrativa reflete sobre a permanência do passado e aborda, em uma dimensão poética e política, questões relacionadas à condição da mulher.
de Tony Scott Classificação indicativa: 18 anos Recursos de acessibilidade: Libras e Audiodescrição
O artista João Cândido da Silva (Campo Belo, MG, 1933) é conhecido principalmente por alguns caminhos abertos ao longo de suas mais de nove décadas de vida e quase seis de produção artística. Nos anos 50 foi co-fundador da escola de samba Unidos do Peruche, uma das mais tradicionais do país e foi artista expositor no período áureo da Praça da República, em meados das décadas de 60 e 70. Sobretudo, é conhecido pelo profundo interesse na cultura popular e suas manifestações, expresso em pinturas de cores vibrantes e traço característico. Em geral, as cenas pintadas por Cândido são criações do artista, imaginadas a partir do seu repertório e vivências em festas populares e no interior de terreiros de umbanda.
A Delegação Regional do CICV para Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai apresenta a exposição fotográfica Retrospectiva Visa d’Or – O Impacto Humanitário dos Conflitos Armados (2011–2025), um evento que reúne o trabalho premiado de fotojornalistas que capturam o impacto dos conflitos armados sobre civis ao redor do mundo. Por meio do olhar dos vencedores do Prêmio Humanitário Visa d’Or, a exposição busca lançar luz sobre as consequências humanitárias de conflitos armados, promovendo o diálogo sobre a urgência de preservar e respeitar o Direito Internacional Humanitário (DIH).
Nesta edição do programa “Monográfica”, da Curadoria de Artes Visuais, o destaque recai sobre a obra de Gejo, artista cuja formação se dá na experiência direta da rua, herdeiro e agente da tradição da arte urbana no Brasil. Sua produção é marcada pela cultura Hip Hop e pela cultura do estêncil no graffiti brasileiro. A exposição organiza-se em cinco segmentos principais — “Pixador”, “Peaples”, “Animais Marginais”, “Motivos Votivos” e “Motivos de Encanto” — que evidenciam recorrências e desdobramentos de sua pesquisa.
Inocência convida o público a percorrer uma cidade que já não existe por meio da jornada de uma menina que revisita memórias, crenças e costumes. Situada entre o real e o imaginário, a narrativa reflete sobre a permanência do passado e aborda, em uma dimensão poética e política, questões relacionadas à condição da mulher.
O artista João Cândido da Silva (Campo Belo, MG, 1933) é conhecido principalmente por alguns caminhos abertos ao longo de suas mais de nove décadas de vida e quase seis de produção artística. Nos anos 50 foi co-fundador da escola de samba Unidos do Peruche, uma das mais tradicionais do país e foi artista expositor no período áureo da Praça da República, em meados das décadas de 60 e 70. Sobretudo, é conhecido pelo profundo interesse na cultura popular e suas manifestações, expresso em pinturas de cores vibrantes e traço característico. Em geral, as cenas pintadas por Cândido são criações do artista, imaginadas a partir do seu repertório e vivências em festas populares e no interior de terreiros de umbanda.
A Delegação Regional do CICV para Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai apresenta a exposição fotográfica Retrospectiva Visa d’Or – O Impacto Humanitário dos Conflitos Armados (2011–2025), um evento que reúne o trabalho premiado de fotojornalistas que capturam o impacto dos conflitos armados sobre civis ao redor do mundo. Por meio do olhar dos vencedores do Prêmio Humanitário Visa d’Or, a exposição busca lançar luz sobre as consequências humanitárias de conflitos armados, promovendo o diálogo sobre a urgência de preservar e respeitar o Direito Internacional Humanitário (DIH).