Todas as programações são sem retirada de ingressos, com acesso por ondem de chegada, sujeitas a lotação.
Em recital solo, o maestro Thadeu Romano conduz o público por um percurso que atravessa diferentes épocas e tradições musicais. O programa reúne obras de Bach, Chopin, Villa-Lobos, Tom Jobim e outros compositores, estabelecendo diálogos entre o repertório erudito e a música popular brasileira. Ao revelar as conexões entre esses universos, o concerto convida o público a redescobrir o piano como instrumento de encontro, memória e expressão, em uma apresentação que celebra a diversidade de estilos e emoções.
de Roger Michell Classificação indicativa: Livre Recursos de acessibilidade: Libras e Audiodescrição
Espetáculo “Daquilo que sou” com Fernanda Salla e Fabio Leandro | Espetáculo “Marias do Mundo” com Irupé Sarmiento e Maria Sole Gallevi
O Apokalypsis celebra 50 anos de fundação e lança seu CD APOKALYPSIS 50 ANOS – Live in São Paulo, com gravações ao vivo de suas melhores músicas setentistas, num show vibrante e emblemático.Além de Zé Brasil (fundador e líder desde 1974), traz a cantora Silvia Helena, o guitarrista Fernando Alge, o baixista Claudio Erlam, o saxofonista /flautista Edgard Chermont e o baterista Alexandre Barreto.O álbum e o show contam com participações especiais de artistas atuais e remanescentes das grandes bandas setentistas do rock autoral brasileiro.O repertório foi gravado e lançado em CD pela Natural Records BR (fundada na Inglaterra em 1980, quando Zé Brasil lançou o EP Brazilian Wave na Europa e no Brasil).
A mostra, de caráter retrospectivo, compreende um arco de cinquenta anos de sua produção artística, da psicodelia à geometria, transitando por diferentes linguagens como pintura, desenho, escultura, instalações, gravura, artes gráficas e música. São cerca de 400 trabalhos em exibição que inscrevem sua extensa trajetória.
A Delegação Regional do CICV para Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai apresenta a exposição fotográfica Retrospectiva Visa d’Or – O Impacto Humanitário dos Conflitos Armados (2011–2025), um evento que reúne o trabalho premiado de fotojornalistas que capturam o impacto dos conflitos armados sobre civis ao redor do mundo. Por meio do olhar dos vencedores do Prêmio Humanitário Visa d’Or, a exposição busca lançar luz sobre as consequências humanitárias de conflitos armados, promovendo o diálogo sobre a urgência de preservar e respeitar o Direito Internacional Humanitário (DIH).
Nesta edição do programa “Monográfica”, da Curadoria de Artes Visuais, o destaque recai sobre a obra de Gejo, artista cuja formação se dá na experiência direta da rua, herdeiro e agente da tradição da arte urbana no Brasil. Sua produção é marcada pela cultura Hip Hop e pela cultura do estêncil no graffiti brasileiro. A exposição organiza-se em cinco segmentos principais — “Pixador”, “Peaples”, “Animais Marginais”, “Motivos Votivos” e “Motivos de Encanto” — que evidenciam recorrências e desdobramentos de sua pesquisa.
O artista João Cândido da Silva (Campo Belo, MG, 1933) é conhecido principalmente por alguns caminhos abertos ao longo de suas mais de nove décadas de vida e quase seis de produção artística. Nos anos 50 foi co-fundador da escola de samba Unidos do Peruche, uma das mais tradicionais do país e foi artista expositor no período áureo da Praça da República, em meados das décadas de 60 e 70. Sobretudo, é conhecido pelo profundo interesse na cultura popular e suas manifestações, expresso em pinturas de cores vibrantes e traço característico. Em geral, as cenas pintadas por Cândido são criações do artista, imaginadas a partir do seu repertório e vivências em festas populares e no interior de terreiros de umbanda.