17 e 18/10

Sábado, dia 17 de outubro 

11h – Área de Convivência
A ORIGEM DOS TAMBORES (Palhaçaria) – Trupe Mitos e Contos
Em A Origem Dos Tambores, Rá e Lelé, dois palhaços muito amigos, se encontram e resolvem contar um tradicional conto de Guiné-Bissau sobre a origem dos tambores. Nele, as linguagens do Circo e do Teatro são encruzilhadas a partir das técnicas da palhaçaria, narratividade, danças e acrobacias! Viajando por Kemet (Egito Antigo), Guiné-Bissau e o sudeste brasileiro, os palhaços mostram a importância do tambor para as tradições Afrobrasileiras, em específico o jongo (dança da cultura popular , de origem afrobrasileira, criada no sudeste).

11h – Jardim Suspenso Vergueiro
Praia Literária (Bricante) – Movimento Vem Brincar Cacuriá
Praia Literária é uma performance brincante e interativa para crianças e famílias que transforma o espaço em um território de imaginação, poesia e encontro. Inspirada no universo da praia, a experiência articula literatura, música, dança e cultura popular em uma vivência aberta à participação do público. Entre areia, livros, objetos cênicos, malabares, bolhas de sabão, cantigas e narrativas, artistas e participantes brincam, exploram o corpo e constroem juntos uma paisagem poética. A ação culmina em uma grande roda de Cacuriá, celebrando o brincar, a convivência e a cultura popular brasileira.

12h – Espaço Oficina – Ninhos, Nuvens e coroas
Ninhos, Nuvens e coroas (instalação brincante) – Xirê de Quintal
Ninhos, Nuvens e Coroas é uma instalação educativa e sensorial que celebra o cabelo crespo como território de identidade, pertencimento, beleza, cuidado e ancestralidade. O espaço convida crianças e famílias a experimentar o cabelo crespo para além dos padrões estéticos impostos, reconhecendo nele uma potência que acolhe, comunica, expressa identidades e carrega memórias. A instalação não se organiza como uma sequência de atividades, mas como um território de exploração, onde materiais, imagens, texturas e relações constroem diferentes possibilidades de encontro com a própria corporeidade. Em três núcleos interligados, o cabelo crespo é apresentado como abrigo, expressão estética e vínculo. No Ninho, como lugar de acolhimento e pertencimento. Na Coroa, como expressão de beleza, memória, identidade e potência simbólica. No Cantinho da [c]ALMA no Pentear, como território de cuidado, presença e vínculo entre crianças e seus familiares. A instalação propõe uma
experiência de valorização do cabelo crespo desde a infância, ampliando referências sobre beleza, corpo e identidade e criando um ambiente onde crianças negras possam se reconhecer, experimentar e celebrar seus cabelos com liberdade, afeto e orgulho.

12h – Foyer
Agadjá: o Grande Desbravador dos Mares (contação) – Onontochê Sandra de Xadanta “Agadjá, o Grande Desbravador dos Mares” é uma contação de histórias infantil que une narrativa, musicalidade, cultura africana e elementos do universo marítimo, convidando as crianças a embarcarem em uma viagem de imaginação, ancestralidade e descobertas.

13h – Área de convivência
Vivência de Capoeira Angola para crianças (capoeira) – Angoleiro Sim Sinhô Núcleo CCJ.Limpão
Tradição e Cultura como ferramenta pedagógica para promover, motricidade, lúdicidade, vínculo e identidade cultural.
Atividade que atravessa a corporeidade e a memória afetiva da infância. O Núcleo Angoleiro Sim Sinhô – CCJ.Limpão, é composto por arte educadores que trabalham com ações voltadas a Capoeira Angola, o Afoxé, o Samba de Roda e o Maculelê. Explorando desde a confecção de instrumentos, como a percussão e a movimentação corporal, para crianças e adolescentes. A pesquisa do coletivo é alimentada pelos Mestres e Mestras da Oralidade, que fazem parte da história, da Arte e da Cultura Afro Brasileira, nomes como Mestre Plínio, Mestre Môa, Dona Nicinha do Samba, Mestre Valmir do Maculelê e outras referências, são orientadores do nosso trabalho.

13h – Jardel Filho
O Céu de Pindorama (teatro) – Instituto ciência Hoje
Observar o céu foi um dos motores para o desenvolvimento de tecnologias que transformaram a civilização. Mas e se não somos apenas nós que olhamos para as estrelas? E se as estrelas também observam a gente?
Foi dessa pergunta que nasceu Céu de Pindorama.
Durante as grandes navegações do século 16, o Cruzeiro do Sul passou a ser reconhecido como uma constelação. Na nossa história, as estrelas dessa constelação, Alpha, Beta, Gamma e Delta Crucis — conhecidas como Estrela de Magalhães, Mimosa, Rubídea e Pálida — observam, intrigadas, a chegada das caravelas a Pindorama.
Enquanto conversam sobre suas próprias naturezas celestes e sobre os diferentes sentidos que culturas ao redor do mundo atribuem às estrelas, elas começam a perceber que também foram usadas como instrumentos da colonização.
Mas há ainda outro mistério no céu: Epsilon Crucis, integrante não oficial da constelação e conhecida como Estrela Intrometida, desapareceu. E agora?

14h – Jardim Suspenso 23
Pequenas Grandes Letras: graffiti para crianças (workshop) – Daniel Cruz
A atividade propõe uma apresentação do mundo do graffiti e a experimentação de suas técnicas que compreendem o hip hop, onde é possível fabular mundos com cores e diferentes formas de se representar no passado, presente e futuro!

14h – Adoniran Barbosa
Invento (música) – Badulaque
O Duo Badulaque, formado pelos artistas Julia Pittier e Daniel Ayres, apresenta o show Invento. Na performance, os dois mesclam sons de instrumentos tradicionais, como violão, com timbres eletrônicos de maneira inusitada e divertida.

15h – Espaço Lizette
QUE PALHAÇADA É ESSA? (Contação de Histórias)
Grupo ProCênicos Contação de histórias que mistura literatura, palhaçaria, brincadeiras e muita diversão para criar experiências de encontro, imaginação e riso com o público. A partir de histórias, livros, personagens e situações do universo das infâncias, cada encontro transforma a narrativa em uma experiência cênica dinâmica e participativa, na qual a palhaçaria conduz a relação com as crianças e abre espaço para o improviso, a interação e as descobertas inesperadas. Com uma linguagem leve, divertida e cheia de possibilidades, a contação combina narração, jogos, brincadeiras, música, expressão corporal e momentos de interação, convidando crianças e famílias a entrarem na história, participarem das situações e, principalmente, se divertirem juntos.

15h – Área de Convivência
O Despertar do Boi Encantado Jóia do Rei (Bumba meu boi) – Viih Davice
A atividade propõe uma vivência lúdica e educativa a partir da manifestação popular do Bumba Meu Boi, tradição cultural de forte presença no Maranhão. Por meio da contação dramatizada da história de Pai Francisco e Catirina, o público conhecem personagens, cantos, movimentos e elementos da brincadeira, explorando de forma participativa a narrativa do desejo de Catirina
pela língua do boi e seus desdobramentos. A proposta combina apresentação, contação de história, música, movimento e encenação coletiva, estimulando a criatividade, a expressão corporal e sonora e o contato do público com a cultura popular brasileira.

16h – Lima Barreto
Papaya (cinema)
Apaixonada pela ideia de voar, uma pequena semente de mamão precisa continuar se movendo para evitar enraizar-se. Perseverante, ela descobre o poder de suas raízes, que conectam a vida por caminhos profundos e misteriosos, e desencadeia uma grande revolução, transformando seu ambiente e realizando seu sonho da forma mais inusitada.

17h – Jardel Filho
O Céu de Pindorama (teatro) – Instituto ciência Hoje
Observar o céu foi um dos motores para o desenvolvimento de tecnologias que transformaram a civilização. Mas e se não somos apenas nós que olhamos para as estrelas? E se as estrelas também observam a gente?
Foi dessa pergunta que nasceu Céu de Pindorama.
Durante as grandes navegações do século 16, o Cruzeiro do Sul passou a ser reconhecido como uma constelação. Na nossa história, as estrelas dessa constelação, Alpha, Beta, Gamma e Delta Crucis — conhecidas como Estrela de Magalhães, Mimosa, Rubídea e Pálida — observam, intrigadas, a chegada das caravelas a Pindorama.
Enquanto conversam sobre suas próprias naturezas celestes e sobre os diferentes sentidos que culturas ao redor do mundo atribuem às estrelas, elas começam a perceber que também foram usadas como instrumentos da colonização.
Mas há ainda outro mistério no céu: Epsilon Crucis, integrante não oficial da constelação e conhecida como Estrela Intrometida, desapareceu. E agora?

18h – Ademar Guerra
Viradinha Acampadentro no CCSP (Acampamento) + Dj Bruli + O amigo Fiel + Orquestra Ludica
A atração Acampadentro é uma ação que integra a Viradinha, evento promovido pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa. O Acampadentro ocorre exclusivamente no CCSP e receberá 20 crianças, de 5 a 12 anos, acompanhadas de um adulto (pai, mãe ou tutor responsável, devidamente autorizados), para uma série de atrações especiais a partir das 18h de sábado (17/10) até às 9h do domingo (18/10). Além de espetáculos, contações de história, cinema e música, serão oferecidas duas refeições e dois kit lanches para o conforto de todos.
Caminhas, colchonetes e barracas deverão ser trazidas pelos responsáveis. A instituição irá oferecer o espaço para acomodação, alimentação e demais atividades da programação. Visando a segurança e bem estar de todos, as atividades serão acompanhadas por monitoria especializada na faixa etária do evento.
O que você precisa trazer:
Colchonete, edredom, travesseiro, barracas pequenas, garrafinha (squeeze), lanterna e um lanchinho se preferir, seu pijama, medicamentos (se necessário), um bichinho de pelúcia e muita vontade de se divertir!

Domingo, dia 18 de outubro 

11h – Área de Convivência
A ORIGEM DOS TAMBORES (Palhaçaria) – Trupe Mitos e Contos
Em A Origem Dos Tambores, Rá e Lelé, dois palhaços muito amigos, se encontram e resolvem contar um tradicional conto de Guiné-Bissau sobre a origem dos tambores. Nele, as linguagens do Circo e do Teatro são encruzilhadas a partir das técnicas da palhaçaria, narratividade, danças e acrobacias! Viajando por Kemet (Egito Antigo), Guiné-Bissau e o sudeste brasileiro, os palhaços mostram a importância do tambor para as tradições Afrobrasileiras, em específico o jongo (dança da cultura popular , de origem afrobrasileira, criada no sudeste).

11h – Rampa do Metrô
Roda de Jongo (cultura popular) – Candongueiros do Campo Limpo
As vivências trazem alguns dos fundamentos da brincadeira, levando em conta os sotaques em que se constroem as diversidades em que cada região compõe suas próprias melodias, danças e ritmos entre São Paulo e Rio de janeiro, buscando zelar e partilhar esses saberes e dinâmicas que vendo sendo aprendidos ao longo dos estudos e vivências que ocorrem desde 2014 e que contém conhecimentos transmitidos por diversos mestres e mestras da tradição.

11h – Jardim Suspenso Vergueiro
Praia Literária (Bricante) – Movimento Vem Brincar Cacuriá
Praia Literária é uma performance brincante e interativa para crianças e famílias que transforma o espaço em um território de imaginação, poesia e encontro. Inspirada no universo da praia, a experiência articula literatura, música, dança e cultura popular em uma vivência aberta à participação do público. Entre areia, livros, objetos cênicos, malabares, bolhas de sabão, cantigas e narrativas, artistas e participantes brincam, exploram o corpo e constroem juntos uma paisagem poética. A ação culmina em uma grande roda de Cacuriá, celebrando o brincar, a convivência e a cultura popular brasileira.

12h – Espaço Oficina
Brincadeiras em Movimento – um convite para brincar (instalação brincante) – A Tribo Recreativa
Um passeio pelo universo lúdico da infância, onde o corpo, os sentidos, as emoções, a música
e a imaginação são os grandes condutores dessa experiência. Brincadeiras em Movimento é um convite para colocar o corpo em ação e descobrir, através do brincar, diferentes formas de se movimentar, interagir e se expressar. Cada brincadeira traz consigo um gesto, um ritmo, uma ação, uma memória e uma possibilidade de encontro. O público é convidado a participar, experimentar, cantar, dançar, correr, criar e, principalmente, brincar. É no simples ato de brincar que fazemos essa viagem: um convite para deixar de lado a pressa, conectar-se com o presente e permitir que o corpo encontre novas maneiras de brincar. Porque quando a brincadeira se movimenta, a infância também se movimenta.

12h – Foyer
Entre Dança e Desenho (teatro interativo) – Cia As Marias
Entre Dança Desenho é um convite a vivencias por meio de cores, linhas, riscos e rabiscos uma travessia sensorial e fabulosa, neste deslizar, saltar, girar, mãos e pés que ao dançar desenham e ao desenhar dançam e vão inventando brincadeiras e desafios entre artistas e público.

12h – Jardel Filho
Aya – Sons da resistência! (teatro musical) – Sankofa Coletiva
Aya: Sons da Resistência é um espetáculo interativo que celebra a potência da cultura negra e sua influência na música e na dança mundial. Em uma viagem pelos sons da diáspora, DJ, MC, break e dança atravessam diferentes estilos musicais, criando uma experiência pulsante de memória, identidade, resistência e celebração. O público é convidado a entrar na roda, sentir os ritmos e, ao final, se juntar à cena em um grande baile black, onde o espetáculo se transforma em encontro, festa e celebração da presença negra.

13h – Área de Convivência
Cortejo Ôncalo (música) – Instituto Ôncalo
São versões instrumentais de sucessos da década 1960 até os dias atuais. Marca registrada do coletivo, além tocar, a banda dança e se diverte junto com o público. O Instituto vem difundindo o conceito de “Street Band” pelo Brasil e pelo mundo desde 2012.

13h – Adoniran Barbosa
Eleguá Menino e Malandro (teatro musical) – Clã do Jabuti
Eleguá é um príncipe muito esperto. Todo mundo tem medo das suas artimanhas e malandrices de moleque. Mas um dia o menino botou o pé na estrada e foi descobrir o mundo… Andou de cidade em cidade. Brincando, pulando e perambulando encontrou lugares e pessoas pra ajudar e ser ajudado. Vivendo sua meninice nas ruas ele cresce, se apaixona,
amadurece, ganha corpo e sabedoria ao longo das aventuras que vive no caminho. Até que um dia decide voltar! Mas nem tudo está como era antes…

14h – Área de Convivência
KO Academy (dança) – K.O. Entertainment
Performance interativa convida o público a viver a experiência de ser um verdadeiro idol. Conduzida de forma dinâmica, a vivência guia os participantes desde a preparação do corpo e passos contagiantes até a construção de um espetáculo coreográfico em conjunto. O foco é transformar a energia dos fãs em movimento expressivo, garantindo que todos saiam não apenas com maior consciência corporal, mas com a sensação de terem brilhado no palco.

14h – Espaço Lizette
Olokum: Quando o Mar Vira Revolta (contação de histórias) – Cia Kaçulas
Com oralidade, musicalidade, imaginação e referências às culturas afro-brasileiras, Olokum: Quando o Mar Vira Revolta convida crianças e famílias a mergulharem em uma história sobre ancestralidade, território e a força das águas, despertando o olhar para a urgência de cuidar e preservar a vida que existe nos mares e rios.

14h – Jardim Suspenso 23
Pequenas Grandes Letras: graffiti para crianças (workshop) – Daniel Cruz
A atividade propõe uma apresentação do mundo do graffiti e a experimentação de suas técnicas que compreendem o hip hop, onde é possível fabular mundos com cores e diferentes formas de se representar no passado, presente e futuro!

15h – Lima Barreto
Papaya (cinema)
Apaixonada pela ideia de voar, uma pequena semente de mamão precisa continuar se movendo para evitar enraizar-se. Perseverante, ela descobre o poder de suas raízes, que conectam a vida por caminhos profundos e misteriosos, e desencadeia uma grande revolução, transformando seu ambiente e realizando seu sonho da forma mais inusitada.

16h – Adoniran Barbosa
Planeta Peteca (música) Cris Barulins
Espetáculo musical para a primeira infância protagonizado por Cris Barulins e a Banda do Barulho. O show mistura canções da cultura popular brasileira, tradição oral, línguas inventadas e instrumentos inusitados em uma experiência sensorial e lúdica.

16h – Jardel Filho
O Fabuloso Mundo de Esopo (teatro) – Beto Marden
Espetáculo sensorial e poético inspirado nas clássicas fábulas de Esopo, que convida crianças e adultos a embarcarem em uma jornada repleta de humor, fantasia e emoção. O personagem é construído como um palhaço curioso e sensível que, com a ajuda de uma mala mágica, guia o público por uma floresta encantada cheia de histórias e reflexões sobre valores universais.

17h – Área de Convivência
FUNGA ALÁFIA – Xirê de Quintal (dança) – Funga Aláfia
Por meio da dança, da brincadeira, do canto e da percussão ao vivo, o espetáculo constrói uma narrativa sensível que apresenta a relação dos povos senegaleses com o mar e a pesca, e as formas de hospitalidade presentes nas casas liberianas, onde comida, cuidado e festa marcam a chegada da visita. Dividido entre assistir e participar, Funga Aláfia propõe um encontro afetivo e coletivo, onde o corpo, os sentidos e a escuta se tornam caminhos para celebrar a convivência, a partilha e a alegria de estar junto.

17h – Foyer
A Fera Neném (música) – Banda Fera Nenem
Quarteto formado em 2014 por Gustavo Cabelo, Lia Biserra, Pedro Gongom e Peri Pane. Eles tocam baixo, bateria, guitarra e contam com vocais para criar um universo infantil livre e imaginativo. O grupo lançou os discos Fera Neném (2017) e Xi, deu Zebra (2024), além de livros-canção.