MAPA DA MÚSICA AUTORAL DE SÃO PAULO
15/8
Mapa da Música Autoral de São Paulo: memória viva da cena independente e seus territórios
Bate-papo com os idealizadores do “Mapa da Música Autoral de SP”, projeto que reúne artistas independentes, casas de shows e espaços culturais da cidade.
A conversa discute como a música autoral contribui para a construção de memórias, identidades e formas de ocupação dos territórios, revelando diferentes cenas culturais e circuitos independentes de São Paulo.
LEITORES NA BIBLIOTECA DO CCSP
15/8
Leitores na Biblioteca do CCSP
A roda literária “Leitores na Biblioteca do CCSP” é uma atividade prática de leitura em voz alta, realizada ao vivo e seguida de uma conversa.
Será feita a leitura integral de um conto previamente escolhido, que aborda questões históricas e simbólicas do espaço da biblioteca. A atividade busca desenvolver a criticidade por meio da literatura e possibilitar ao público uma reflexão sobre sua participação nos espaços públicos de leitura como parte imprescindível da cidadania cultural.
PAJUBÁ, BABADO E CONVERSA
15/8
Pajubá, babado e conversa
Em diálogo com a exposição Intersecções: Drag, arte e história, o encontro propõe um mergulho na trajetória e no impacto cultural da arte drag e transformista.
A conversa busca homenagear as artistas precursoras do transformismo no Brasil, refletindo sobre como a passagem para o termo global “drag” ampliou vozes sem perder o vínculo com a história local e com a luta das identidades dissidentes.
Além de revisitar essa história, a atividade convida o público a refletir sobre a liberdade e a expansão desses corpos na atualidade, analisando como a arte drag transcendeu os espaços onde era historicamente marginalizada para ocupar novos territórios.
Inspirado pelos diálogos institucionais e pela curadoria coletiva da mostra, o
encontro ressalta a importância de preservar e difundir memórias repletas de brilho, cores e resiliência, reafirmando o direito das artistas de se reinventarem nos palcos e existirem com liberdade fora deles.
CRIANDO UM CADERNO DE ESBOÇOS
16/8
Criando um caderno de esboços: o desenho como ferramenta de atenção à cidade
Desenhar pode ser uma maneira de se relacionar com a cidade. Registrar as
transformações da paisagem e imaginar cidades possíveis são algumas das
experiências que um caderno de esboços pode proporcionar.
Na oficina, os participantes conversarão sobre o impacto do desenho na cidade e vice-versa. A proposta é produzir um caderno de esboços desde o início, passando pelo processo de encadernação até sua utilização para a criação de desenhos de observação da cidade ao redor.
MULHERES DE SÃO PAULO EM AZUL
16/8
Oficina de Fotografia e Memória – Mulheres de São Paulo em Azul
Nesta oficina prática, os participantes produzirão marcadores de páginas utilizando a cianotipia, técnica fotográfica do século XIX que gera imagens em tons de azul.
A atividade busca homenagear mulheres revolucionárias de São Paulo, como a escritora Carolina Maria de Jesus e as artistas Rita Lee e Madrinha Eunice.
Os participantes aprenderão a preparar o papel, expor as imagens à luz e revelar as peças em água. Ao final, cada pessoa levará para casa um objeto artístico que une arte, história e memória da cidade.
CADERNO DE GUARDAR MEMÓRIAS
15/8
Caderno de guardar memórias
Curso
A oficina promove uma reflexão sobre território e patrimônio pela perspectiva individual, carregada de memórias e transformações, instigando o público a observar o entorno e registrar a experiência por meio da coleta de materiais como fotografias, textos, plantas e objetos.
Ocupando os espaços públicos e utilizando técnicas de corte, costura e colagem, os participantes aprenderão a produzir cadernos para guardar memórias, com capas de papelão e materiais reutilizáveis, que poderão servir como diários, livros de recordações ou livros de arte.
A CONSTRUÇÃO DE UMA RUA SEM PORTAS
15/8
A Construção de uma Rua Sem Portas
A ideia inicial de uma biblioteca central se transformou em um centro cultural multidisciplinar. Nascido em meio às transformações urbanas da década de 1970, o terreno que antes abrigaria edifícios empresariais e centros comerciais deu lugar a um projeto arquitetônico revolucionário até os dias atuais. Para compreender essas mudanças, o Núcleo Memória convida o público a refletir sobre a história de uma das instituições mais plurais e diversas da cidade enquanto percorre sua arquitetura horizontal e fluida, pensada para ser uma extensão da calçada, onde a rua atravessa o edifício sem barreiras ou portas rígidas.
Durante a caminhada, será abordado também o papel museológico do Centro Cultural São Paulo na salvaguarda de cinco importantes coleções e acervos, além de suas bibliotecas. O percurso é um convite para compreender como as decisões políticas e arquitetônicas do passado interferem no convívio democrático, na pluralidade de manifestações e no comportamento do público que dá vida ao CCSP.