Novembro/2013 – Vinícius de Moraes

Para o mês de novembro, indicamos livros do “poetinha” Vinícius de Moraes. Em 2013, o autor completaria 100 anos de vida. Todos os livros indicados estão disponíveis para empréstimo na Biblioteca Sérgio Milliet do CCSP.

 

A arca de Noé
Poemas infantis de Vinicius de Moraes são declamados de cor por crianças e adultos graças às deliciosas versões musicais de A Arca de Noé.

 

Antologia poética
Antologia poética reúne a produção de um dos autores que mais influenciaram a cultura brasileira do século 20, tanto na literatura quanto na música popular. Relançamento exclusivo para o vestibular 2010, baseado na edição organizada pelo próprio escritor, em 1960.

 

Para viver um grande amor
Pode-se dizer deste livro que ele é um clássico moderno. Editado pela primeira vez em 1962, seu público leitor só fez crescer desde então. O título parece exercer sobre nós um grande fascínio.

 

Para uma menina com uma flor
Vinicius de Moraes – como outros grandes poetas brasileiros – fez da crônica um exercício privilegiado de observação e reflexão. Antes, portanto, de o autor de Soneto de fidelidade se tornar também um dos maiores letristas de nossa música popular, voltou-se para a prosa e colaborou enormemente para a popularidade da crônica no País.

 

Orfeu da Conceição
“Tragédia carioca”, Orfeu da Conceição transporta para um cenário tipicamente brasileiro o mito de Orfeu, filho de Apolo, uma das histórias mais emblemáticas da vasta mitologia grega. Imerso em sofrimento depois da morte da amada Eurídice, o músico Orfeu vê-se incapaz de entoar suas canções, pois os sons melodiosos e tristes de sua lira não o consolam da perda do grande amor. Desesperado, decide descer ao Hades (o reino dos mortos) para trazer Eurídice de volta a terra. Ambientada em uma favela carioca, Orfeu da Conceição estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 1956, com enorme sucesso. Nada mais justo: com músicas de Tom Jobim – a peça inclusive inauguraria a fecunda parceria entre o poeta e o compositor –, cenários de Oscar Niemeyer e figurinos de Lila Bôscoli, o texto é ainda hoje um marco na releitura inteligente dos mitos gregos diante da realidade social, da mistura entre poesia e música popular, teatro e canção.

 

Foto: João Mussolin

Tags:, , ,

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *