Fernanda

Como?
Eu comecei a vir aqui na verdade porque minha irmã conhecia o espaço e ela me indicou, falou que era muito bom porque era bem tranqüilo e toda essa vertente cultural que tem aqui é bem interessante, né? É um lugar que é diferente. Acho que retrata bem São Paulo, porque você encontra muita gente diferente aqui e tem muita exposição, entende? A gente sabe que tem muita coisa diferente. Eu, por exemplo, eu tô fazendo cursinho então às vezes eu não uso isso, mas eu sei que tem. Isso que é legal aqui. Então, eu comecei na verdade vindo aqui por causa dela, que indicou, e acho que por isso eu curti muuuito.

Onde?
Eu gosto daqui, dessa região [Biblioteca Sérgio Milliet]. Da parte de baixo. Eu gostava também daquele café que tinha lá em cima, que agora fechou.

Por quê?
Porque é tranqüilo mesmo. Acho que proporciona o que a gente quer mesmo de uma biblioteca. É tranqüilo, você pode estudar na sua. Não tem aquela pressão. Tem outros lugares em que você fica desconfortável, que têm pressão emocional mesmo. É uma questão da energia – eu acredito nessas coisas – tem a questão da energia ser diferente mesmo.

 

Foto: Mel Schultz

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