7ª Mostra de Cinema Chinês: luzes e sombras, sons e sonhos

15 a 30/11

  • No CCSPLAY
  • Classificação Indicativa: livre
  • Grátis

O Instituto Confúcio na UNESP e o CCSPlay apresentam a sétima mostra de Cinema Chinês, com o tema: luzes e sombras, sons e sonhos.  Filmes, histórias e vidas são combinações de luzes e sombras, aventuras feitas de sons e sonhos. Na imagem fugaz está o retrato da China contemporânea, esse turbilhão de anseios e esperanças. O cinema chinês vive uma nova era. Hoje, os diretores trazem à luz novas reflexões sobre história, humanidade, educação e sentimentos. Hoje, brotam novas temáticas, novas visões de cinema e de público, novas estéticas e novas criações, numa força inovadora que já não se pode ignorar.

O ano de 2022 marca o 48º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre a China e o Brasil. Neste ano, chineses e brasileiros trabalham para enriquecer o diálogo e aprofundar o conhecimento mútuo. A 7ª Mostra de Cinema Chinês online de São Paulo traz uma série de filmes multidimensionais que quebram barreiras e estereótipos culturais. São obras que retratam o nosso tempo e a nova geração em histórias cheias de verdade e sentimento numa perspectiva genuinamente chinesa.

FILMES

POST-CHINE-LUZ-E-SOMBRA

Chaogtu e Sarula, de Wang Rui

Chaogtu with Sarula, China, 2019, 111 min, classificação livre 

Sinopse: Um casal mongol comum enfrenta um dilema. Sarula está contente com a vida no campo, mas Chaogtu, cansado do dia a dia monótono nas pradarias, acredita que uma vida melhor está à sua espera longe dali. Baseado no romance A pastora de Mo Yue, o filme é vencedor do prêmio Golden Rooster de melhor direção.

Sobre o filme: a paisagem étnica e regional. Em Chaogtu e Sarula acompanhamos um casal de pastores mongóis diante de escolhas e concessões. Ao passar das quatro estações, as emoções oscilam tanto no altiplano de Qinghai como nas pradarias da Mongólia Interior e gente comum de diferentes culturas vivem histórias cheias de poesia.

Antes da Primavera, de Li Gen

Before Next Spring, China, 105 min, classificação livre

Sinopse: O estudante Li Xiaoli vai passar um ano no Japão como intercambista. Desajeitado, ele só encontra emprego num restaurante chinês graças à ajuda de uma colega. A gerente o recebe bem, outros funcionários nem tanto. A chegada de Li Xiaoli mexe com a vida de todo mundo. Quando chegar a primavera, uns vão ficar e outros vão partir, mas o que acontecerá com os laços recém-formados?

Sobre o filme: a paisagem urbana contemporânea. Antes da primavera fala do calor humano entre completos estranhos. O amor é o tema central de uma paisagem urbana contemporânea, que reflete emoções complexas e delicadas. 

As galochas de Wangdrak, de Lhapal Gyal

Wang Zha de Yuxue, 2018, China, 90 min, classificação livre

Sinopse: O que o pequeno Wangdrak mais quer é um par de galochas para os dias de chuva. Na região tibetana de Qinghai, a estação chuvosa está prestes a chegar. Todos os colegas têm galochas, menos Wangdrak, que calça sempre os mesmos tênis puídos, chova ou faça sol. Quando finalmente ganha as botas impermeáveis que tanto queria, o menino passa a desejar com todas as forças a chuva que não vem.

Sobre o filme: a paisagem étnica e regional. Em As galochas de Wangdrak conhecemos um menino que anseia por chuva e um par de galochas. Ao passar das quatro estações, as emoções oscilam tanto no altiplano de Qinghai como nas pradarias da Mongólia Interior e gente comum de diferentes culturas vive histórias cheias de poesia.

Tive a lua nas mãos, de Cheng Tsun-shing

Jū shuǐ yuè zài shǒu, 2017, China, documentário, 120 min, classificação livre

Sinopse: Cinebiografia de Yeh Chia-ying (Ye Jiaying), a grande mestra da poesia clássica. Nascida em 1924, Yeh viveu a guerra, o exílio e a separação familiar e hoje, aos 98 anos, leva adiante a tradição poética chinesa como pesquisadora, educadora, ensaísta e poetisa. Este, no fundo, é um filme sobre duas questões fundamentais: por que precisamos de poesia e por que precisamos de poetas? 

Sobre o filme: a paisagem humana e histórica. O filme canta o amor da mestra Ye Jiaying pela poesia clássica. É um filme que projeta diante dos olhos do público a paisagem humanística e histórica do cinema chinês.

O grande aprendizado, de Sun Hong, Wang Jing e Ke Yongquan

Dà Xué, 2021, China, Documentário, 110 min, classificação livre

Sinopse: Numa das melhores universidades do país, quatro pessoas vivem momentos decisivos. Um jovem da geração Z que acabou de passar no vestibular, um doutorando diante de difíceis escolhas de carreira, um professor que voltou dos Estados Unidos cheio de ideias e desafios e uma professora aposentada que continua lecionando. Filmado ao longo de três anos, este é um documentário sobre persistência e fidelidade aos ideais.

Sobre o filme:  a paisagem humana e histórica. O grande aprendizado brada ao público que é possível “viver seu ideal”, enquanto Tive a lua nas mãos canta o amor da mestra Ye Jiaying pela poesia clássica. 

Adoração, de Yang Zi (Larry Yang)

Chǒng’ài, 2019, China, 108 min, classificação livre 

Sinopse: Em sua clínica, uma médica veterinária atende animais de estimação de toda a vizinhança. Ali, ela acompanha seis histórias tocantes da interação entre os pets e seus tutores. São casos que misturam alegrias e tristezas até que o problema de cada família finalmente se resolva.

Sobre o filme: a paisagem urbana contemporânea. Adoração entrelaça seis histórias tocantes de gente que redescobre o amor com a ajuda de animais de estimação. O amor é o tema central de uma paisagem urbana contemporânea, que reflete emoções complexas e delicadas. 

Reino de terracota, de Ding Liang e Lin Yongchang

Yǒng zhī chéng, 2021, China, Animação, 111 min, classificação livre

Sinopse: Uma jovem chamada Jade e um guerreiro chamado Magnus se unem para enfrentar as criaturas que atacam a cidade subterrânea dos Guerreiros de Terracota. Depois de muitas aventuras, os dois acabam se apaixonando.

Sobre o filme: a paisagem humana e histórica. Reino de terracota cria um universo fantástico da era Qin. É um filme que projeta diante dos olhos do público a paisagem humanística e histórica do cinema chinês.

Setenta e sete dias de Dir. ZHAO Hantang

Qishiqi tian, 2017, China, 114 minutos, Drama e Aventura, classificação livre

Baseado em uma história real com mais de 30 milhões de visualizações, Setenta e sete dias acompanha a viagem solitária de um jovem de Xangai que atravessa a pé um dos lugares mais ermos do mundo – o Qiangtang, no planalto Qinghai-Tibete. No caminho, o protagonista encontra uma garota paraplégica que também seguia uma jornada em busca dos sonhos de uma vida inteira

Sobre o filme: a paisagem humana e histórica. Setenta e sete dias é uma obra que fala da amizade, do espírito de aventura e as muitas possibilidades da superação humana. 

Posts Relacionados

Comece a digitar sua pesquisa acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione ESC para cancelar.

De volta ao topo