Refúgio e Direitos Humanos

O Mundo na Biblioteca: Leituras Coletivas sobre Refúgio e Direitos Humanos

Início 19/08

  • Às sextas-feiras, das 16h30 às 19h30 
  • No dia 26/08 das 15h00 às 18h00
  • Em frente à Gibiteca
  • Classificação Indicativa: livre
  • Gratuito
  • Clique aqui para se inscrever
  • É recomendado o uso de máscara 

O projeto “O Mundo na Biblioteca: Leituras Coletivas sobre Refúgio e Direitos Humanos” foi selecionado pelo 9º Edital de Concurso de Projetos de Mediação em Arte e Cidadania Cultural – Especial 40 anos do CCSP / 2021-2022. 

O projeto tem como principais objetivos: estimular a interação do público com o acervo e os diversos espaços das bibliotecas do Centro Cultural São Paulo; fomentar o debate sobre a temática do refúgio e dos direitos humanos desta população por meio da literatura; estabelecer espaços de diálogo com pessoas em situação de refúgio por meio de suas narrativas e experiências. 

Ao longo dos encontros serão discutidas 10 diferentes leituras de distintos gêneros literários que abordam temas como o refúgio, o exílio, a identidade, a memória, a narrativa, o pertencimento, o deslocamento, os direitos humanos, os conflitos sociais, a história política, a xenofobia, o pós-colonialismo, a diversidade e as ações afirmativas. A mediação contará com atividades e um bate-papo com uma pessoa convidada que vive no Brasil em situação de refúgio. 

O Mundo na Biblioteca: Leituras Coletivas sobre Refúgio e Direitos Humanos propõe um novo olhar sobre os acervos e os espaços do complexo de bibliotecas abrigadas pelo Centro Cultural São Paulo, promovendo uma redescoberta não apenas dos títulos presentes em suas prateleiras em busca de obras/textos de todo o mundo que nos sirvam de pretextos para discutir as temáticas destacadas, mas também dos recantos que podem nos servir como espaços de mediação, de modo a incentivar e ressignificar o contato com o “chão” das bibliotecas enquanto espaços de potência criativa. Por este motivo, a proposta das atividades do projeto centra-se, em sua maioria, em obras que já se encontram no catálogo das bibliotecas e em seus espaços físicos como a Praça das Bibliotecas, a Biblioteca Sérgio Milliet, a Sala Infanto-juvenil e a Gibiteca Henfil. 

Cada obra literária será abordada durante duas semanas, sendo um encontro de mediação voltado para o PÚBLICO GERAL e um encontro voltado para o público de EDUCADORES.AS.IES. 

As mediações voltadas para EDUCADORES.AS.IES terão como principal preocupação a discussão dos temas relacionados à leitura em diálogo com a educação e práticas educativas. 

IMPORTANTE >>> A não leitura da obra NÃO impede a participação do público, visto que serão trabalhados fragmentos e outros aspectos da leitura em diálogo com referências e conversas com convidados da mediação. Então, pode vir mesmo sem ter lido.

Se quiser, confira aqui os livros que já foram discutidos durante o primeiro ciclo da programação.

PROGRAMAÇÃO

MEDIAÇÃO COM PÚBLICO GERAL

19/08 

A resistência, de Julián Fuks

Convidada: Monica Cuervo (Colômbia) 

02/09 

O melhor que podíamos fazer, de Thi Bui

Convidada: Yilmary de Perdomo (Venezuela)

MEDIAÇÃO COM EDUCADORES

26/08 

A resistência, de Julián Fuks 

Convidada: Monica Cuervo (Colômbia) 

09/09 

O melhor que podíamos fazer, de Thi Bui 

Convidada: Yilmary de Perdomo (Venezuela)

SOBRE OS MEDIADORES

Anas Obaid. É jornalista, ator e ativista dos direitos humanos em prol da causa das pessoas em situação de refúgio, condição em que vive no Brasil desde que deixou a Síria, seu país de origem, em 2015. É coordenador de eventos na ONG Instituto ADUS e tem participado de diversos projetos relacionados à educação e à mediação em torno da temática do refúgio e dos direitos humanos, dentre os quais o projeto Ponto Zero do Refúgio. É palestrante e oficineiro em ações sobre essas temáticas e também sobre a cultura árabe em geral.

Ivan de Melo. É historiador, educador, produtor cultural e ativista dos direitos humanos. Tem experiência como educador e mediador no campo das artes com trabalhos voltados para linguagens como as artes visuais, teatro, cinema e literatura. Atua como ativista dos direitos humanos em prol das pessoas em situação de refúgio junto ao projeto Ponto Zero do Refúgio, e é produtor de conteúdo, mediador e curador no projeto Caneca de Livros.

Ponto Zero do Refúgio é um coletivo independente idealizado pelo jornalista e ativista sírio Anas Obaid e pelo historiador e educador Ivan de Melo. Atuando em duas frentes, a produção cultural e a informacional, o projeto tem trabalhado na produção de ações socioeducativas e eventos culturais em torno de temas como o refúgio e os direitos humanos junto a uma rede de colaboradores, além da mediação e elaboração de conteúdo sobre estes tópicos nas redes sociais, como no Instagram e no Clubhouse.

 

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