Festival Varilux de Cinema Francês | CINEMA

O CCSP e o Circuito Spcine, com apoio da Cinemateca da Embaixada da França no Brasil e do Institut Français, apresentam a mostra que reúne os highlights do Festival Varilux 2020, exibindo os principais filmes franceses lançados no ano.

A curadoria de cinema do CCSP destaca três obras inéditas, que serão lançadas no Brasil ao longo de 2021: DNA, novo filme da atriz e diretora Maiwenn; Sou Francês e Preto, dirigido por Jean-Pascal Zadi e John Wax, e Verão de 85, novo filme do diretor François Ozon.

Serviço
15 a 27/1/21
Sala Paulo Emílio – R$4
Sala Lima Barreto – entrada gratuita

PROGRAMAÇÃO

15/1, sexta, às 15h30 – Sala Paulo Emílio
A Garota da Pulseira
(Stéphane Demoustier, 2020, drama, 1h36, 16 anos)
elenco: Mélissa Guers, Roschdy Zem, Chiara Mastroianni
Morando numa área residencial impessoal e sem história, Lisa, aos 18 anos, acaba de fazer o exame para ingressar na universidade. Porém, há dois anos ela usa uma pulseira, pois é acusada de ter assassinado sua melhor amiga.

16/1, sábado, às 15h30 – Sala Paulo Emílio
Gagarine
(Fanny Liatard, Jérémy Trouilh, 2020, drama, 1h35, 14 anos)
elenco: Alséni Bathily, Lyna Khoudri, Jamil McCraven
Youri, 16 anos, cresceu em Gagarine, enorme conjunto habitacional de tijolos vermelhos em Ivry-sur-Seine, onde sonha em se tornar um cosmonauta. Ao tomar conhecimento de que o lugar onde mora está ameaçado de demolição, Youri decide se somar a um movimento de resistência. Com a cumplicidade de Diana, Houssam e dos moradores, ele se atribui a missão de salvar o conjunto habitacional, transformado na sua “nave espacial”.

17/1, domingo, às 15h30 – Sala Paulo Emílio
A Boa Esposa
(Martin Provost, 2019, comédia, 1h49, 12 anos)
elenco: Juliette Binoche, Noémie Lvovski, Yolande Moreau, Edouard Baer
Cuidar do lar e se curvar aos deveres conjugais sem se queixar: é o que ensina com todo o zelo Paulette Van Der Beck em sua escola da vida doméstica. Porém todas as suas certezas ficam abaladas ao se ver viúva e arruinada. Será o efeito da volta de seu primeiro amor ou o vento da liberdade de maio de 68? E se a esposa cordata se transformasse numa mulher livre?

19/1, terça, às 15h30 – Sala Paulo Emílio
Mais que Especiais
(Eric Toledano e Olivier Nakache, 2019, comédia, 1h55, 12 anos)
elenco: Vincent Cassel, Reta Kateb e Hélène Vincent
Há 20 anos Bruno e Malik vivem num mundo à parte, aquele habitado pelas crianças e adolescentes autistas. Trabalhando cada um em uma instituição diferente, eles se dedicam à formação de jovens vindos de bairros problemáticos para tentar lidar com esses casos considerados “super-complexos”. Uma aliança pouco usual para personalidades fora do comum.

20/1, quarta, às 15h30 – Sala Paulo Emílio
Apagar o Histórico
(Gustave Kervern, Benoît Delépine, 2020, comédia, 1h46, 12 anos)
elenco: Blanche Gardin, Denis Podalydès, Corinne Masiero
Num loteamento no interior da França, três vizinhos se descobrem vítimas das novas tecnologias e redes sociais. Marie é alvo de chantagem devido a um vídeo de conteúdo sexual; Bertrand vê a filha ser objeto de bullying na escola e Christine, motorista de carros de aluguel, se mostra inconformada ao constatar que as notas dadas por seus clientes se recusam a melhorar. Juntos, decidem declarar guerra aos gigantes da internet. Uma batalha perdida de antemão, ainda que…

21/1, quinta, às 15h30 – Sala Paulo Emílio
Meu Primo
(Jan Kounen, 2019, comédia, 1h44, 12 anos)
elenco: Vincent Lindon, François Damiens, Pascale Arbillot
Pierre é o executivo à frente de uma grande empresa familiar. Prestes a fechar o que parece ser o negócio do século, ele deve cumprir uma última formalidade: recolher a assinatura de seu primo, Adrien, que detém 50% das ações da empresa. Este, um sonhador afável e idealista, que costuma incorrer em gafes e constrangimentos em série, fica tão feliz em reencontrar o primo Pierre que é tomado pelo desejo de passar mais tempo na sua companhia. Para tanto, decide retardar a urgente assinatura. Pierre não tem outra opção senão embarcar ao lado de Adrien numa viagem de negócios mais do que movimentada, na qual sua paciência será posta à prova.

22/1, sexta, às 15h – Sala Lima Barreto 
Slalom
(Charlène Favier, 2020, drama, 1h32, 14 anos)
elenco: Noée Abita, Jérémie Renier, Catherine Marchal
Aos 15 anos, Lyz acaba de se somar à prestigiosa equipe de esqui do colégio de Bourg-Saint-Maurice. Fred, ex-campeão que assume o papel de treinador, decide pôr todas as suas fichas na nova integrante. Entusiasmada pelo apoio recebido, Lyz se entrega de corpo e alma ao seu objetivo. Porém, após acumular sucessos, rapidamente ela começa a ficar abalada sob a pressão e o domínio exercidos por Fred.

22/1, sexta, às 15h30 – Sala Paulo Emílio
Minhas Férias com Patrick
(Caroline Vignal, 2020, comédia, romance, 1h37, 14 anos)
elenco: Laure Calamy, Benjamin Lavernhe, Olivia Côte
Há meses Antoinette espera pelo verão e pela promessa de uma semana romântica com seu amante, Vladimir. Quando este cancela as férias planejadas pelos dois para partir para a Cévennes na companhia da esposa e da filha, Antoinette não perde muito tempo refletindo sobre a questão: decide sair atrás dele! Porém, ao chegar, não há nem sinal de Vladimir, apenas um asno teimoso que passa a acompanhá-la no seu périplo singular.

23/1, sábado, às 15h30 – Sala Paulo Emílio
Verão de 85
(François Ozon, 2020, drama, 1h40, 16 anos)
elenco: Félix Lefebvre, Benjamin Voisin, Philippine Velge
No verão em que completa 16 anos, Alexis, ao se aventurar no mar na costa da Normandia, é salvo heroicamente do naufrágio por David, 18 anos. Alexis acaba de encontrar o amigo dos seus sonhos. Porém este sonho durará mais do que um verão? O verão de 1985.

24/1, domingo, às 15h – Sala Lima Barreto
O Capital do Século XXI
(Justin Pemberton, Thomas Piketty, 2020, documentário, 1h43, 12 anos)
Adaptado do livro homônimo de Thomas Piketty, uma das obras mais importantes dos últimos anos. Intercalando referências à cultura pop com intervenções dos mais influentes especialistas de nossa época, o filme propõe uma viagem através da história moderna de nossas sociedades. O documentário contrapõe a riqueza e o poder de um lado e, do outro, o progresso social e as desigualdades. Uma reflexão necessária para compreender o mundo de hoje.

24/1, domingo, às 15h30 – Sala Paulo Emílio
DNA
(Maïwenn, 2020, drama, 1h30, 16 anos)
elenco: Louis Garrel, Fanny Ardant, Marine Vacth
Neige, divorciada e mãe de três crianças, visita regularmente Emir, seu avô argelino, vivendo agora num asilo para idosos. Ela adora e admira aquele que exerce o papel de sustentáculo da família, o homem que a criou e que sobretudo a protegeu da atmosfera tóxica que marcava o relacionamento com os pais. As relações entre os muitos integrantes da família são complicadas e a morte do avô acabará por desencadear uma tempestade familiar e uma profunda crise de identidade em Neige.

26/1, terça, às 15h – Sala Lima Barreto
Sou Francês e Preto
(Jean-Pascal Zadi e John Wax, 2020, comédia, 1h30, 12 anos)
elenco: Jean-Pascal Zadi, Fary, Caroline Anglade
JP, um ator de 40 anos, decide organizar o primeiro grande protesto pela causa negra na França, mas seus encontros, muitas vezes burlescos, com personalidades influentes da comunidade e o apoio entusiasta de Fary, o fazem hesitar entre o desejo de estar à frente dos palcos e seu engajamento enquanto militante.

26/1, terça, às 15h30 – Sala Paulo Emílio
Notre Dame
(Valérie Donzelli, 2019, comédia, 1h30, 12 anos)
elenco: Valérie Donzelli, Pierre Deladonchamps, Bouli Lanners
Maud Crayon, arquiteta e mãe de duas crianças, conquista o grande concurso promovido pela prefeitura de Paris para reformar o pátio diante da catedral de Notre-Dame. Às voltas com essa nova responsabilidade, ela se vê em meio a uma situação ao ter de lidar ao mesmo tempo com um antigo amor da juventude que reaparece de repente e com o pai de seus filhos, a quem não chega a abandonar completamente.

27/1, quarta, às 15h – Sala Paulo Emílio
Donas da Bola
(Mohamed Hamidi, 2020, comédia, 1h35, 12 anos)
elenco: Kad Merad, Alban Ivanov, Céline Sallette
Após se envolver numa briga, a equipe inteira de futebol da pequena cidade de Clourrières é suspensa até o fim da temporada. Com o objetivo de salvar esse pequeno clube do norte da França, que corre o risco de desaparecer, o técnico decide formar um time composto exclusivamente de mulheres para chegar ao fim do campeonato. Essa situação acabará por transformar completamente o cotidiano das famílias, abalando as convenções há muito estabelecidas naquela aldeia.

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