CCSP fala de cinema #04 com Cinema Mineiro

CCSP fala de cinema é uma proposta da curadoria audiovisual do CCSP para promover conversas e debates entre artistas do setor no formato de live com os curadores Célio Franceschet e Carlos Gabriel Pegoraro. Cada semana será realizada uma conversa entre os curadores do CCSP e convidades compartilhando com o público suas experiências profissionais e pessoais de cinema.

Programação

16/6, terça, às 17h, no YouTube do CCSP, com Cinema Mineiro

O cinema mineiro atual acumula obras-primas contemporâneas, e vem se destacando tanto no circuito de festivais nacionais quanto no exterior. É um cinema que retrata as realidades através do olhar e da experiência pessoal de suas/seus autoras/autores, destacando-se como uma produção regional extremamente pessoal e autoral. Diferente de outros núcleos de produção, a mineira não ocorre necessariamente na capital, mas em subúrbios metropolitanos do estado como na cidade de Contagem, por exemplo, um dos principais pólos de produção do estado.

Se trata do que muitos consideram um novo ciclo do cinema regional que veio com a retomada do cinema brasileiro nos anos 2000. Com foco que começa em Pernambuco e que da década de 2010 em diante ganha força nos demais estados. A questão é: qual a importância de regionalizar o cinema brasileiro?

Pra falar um pouco sobre o Novo Cinema Mineiro, convidamos a diretora Marília Rocha, o diretor Affonso Uchoa, e a produtora Luana Melgaço.

Realização: CCSP e Arte in Vitro Produções

Marília Rocha é cineasta, vive e trabalha em Belo Horizonte. Foi uma das fundadoras do Centro de Produção Teia. Focando-se no documentário, seus filmes geralmente são centrados em um personagem ou um grupo específico, buscando penetrar em suas intimidades. Dirigiu os filmes Aboio, em 2008, vencedor do prêmio de melhor filme no festival É Tudo Verdade; A Falta Que Me Faz, em 2009, vencedor do prêmio de melhor filme no Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo.

Affonso Uchoa é cineasta e nasceu na cidade de Contagem, em Minas Gerais. Estudou cinema e começou sua carreira como assistente de direção. Debutou como diretor em A Vizinhança do Tigre (2016), premiado na Mostra de Tiradentes, e alcançou fama nacional ao realizar o filme Arábia (2017), em parceria de João Dumans, vencedor do prêmio de melhor filme no Festival de Brasília 2017.

Luana Melgaço é produtora, vive e trabalha em Belo Horizonte, e se dedica à produção cinematográfica desde 2005. Parceira da empresa Anavilhana, Luana produziu curtas, longas e documentários de talentosos diretores brasileiros, como O Céu Sobre os Ombros, de Sérgio Borges (seleção oficial do Tiger Awards e grande vencedor do Festival de Brasília 2010).

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